Depois de alguns anos de namoro, vocês começam a fazer planos de uma vida a dois. Quando surge o assunto, além da expectativa, nada mais natural que ficar indeciso e sentir um friozinho na barriga. Mas, acredite, alguns sinais do relacionamento mostram se esse é o momento ideal – ou não – para subir no altar.
Há sinais no namoro que indicam sucesso no casamento?Ana Canosa: Sim. O casamento poderá ter sucesso quando, durante o namoro, o casal percebe que tem os mesmos valores, convive em paz com os amigos de cada um, possui projetos comuns para o futuro e acredita que dois somam forças e progridem melhor do que um sozinho. Outros sinais são vida sexual ativa e prazerosa, diálogo franco sobre os conflitos e capacidade para solucionar juntos problemas familiares.
A ideia de que "o namoro não está bom, mas isso pode melhorar quando a gente casar" é pura fantasia? Ana: Totalmente. A chance de os conflitos se acentuarem no casamento é infinitamente maior, porque o cotidiano de um casal está mais sujeito ao estresse que o namoro.
Existe o momento ideal para subir no altar? Ana: O momento certo para o casamento está mais relacionado com o estado emocional do que com as necessidades concretas. É bom casar quando há um teto para morar, condição financeira para manter as despesas do lar e dedicar cuidados um ao outro. Mas o que vai contar para que o passo seja certeiro é a capacidade de assumir o compromisso de cuidar do outro e de fazê-lo feliz. É importante ter maturidade e saber que a vida pessoal terá menos espaço em detrimento da vida a dois.
Por que algumas pessoas perdem o encanto pelo parceiro depois do casamento?
Ana: O encanto muitas vezes desaparece depois do casamento porque viver com o outro é entrar em contato com todas as suas características, sua intimidade e sua maneira de orientar a vida. Tomar decisões a dois é mais difícil, assim como entender o tempo do outro na convivência. É muito frustrante perceber que o outro é repleto de defeitos (aos nossos olhos). Muitos não suportam a intimidade do casamento e preferem o mistério do namoro, em que sempre há o que descobrir e o outro mostra, geralmente, o melhor de si.
Ana: O encanto muitas vezes desaparece depois do casamento porque viver com o outro é entrar em contato com todas as suas características, sua intimidade e sua maneira de orientar a vida. Tomar decisões a dois é mais difícil, assim como entender o tempo do outro na convivência. É muito frustrante perceber que o outro é repleto de defeitos (aos nossos olhos). Muitos não suportam a intimidade do casamento e preferem o mistério do namoro, em que sempre há o que descobrir e o outro mostra, geralmente, o melhor de si.
De que forma o desencanto pode ser evitado?
Ana: Não há como evitar certa frustração, mas é importante entender esse processo como natural e se concentrar no que o outro tem de melhor. Preservar os momentos de lazer e de intimidade e fomentar o bom humor são ações importantes para enfrentar os dissabores da convivência.
Ana: Não há como evitar certa frustração, mas é importante entender esse processo como natural e se concentrar no que o outro tem de melhor. Preservar os momentos de lazer e de intimidade e fomentar o bom humor são ações importantes para enfrentar os dissabores da convivência.
Qual o segredo para a paixão não terminar após trocar as alianças?
Ana: Com o passar do tempo, a paixão vai diminuir e pode mesmo acabar. O que sobra é a sua "faísca" e a memória afetiva dos tempos em que ela alimentava a relação. Isso pode ser resgatado, em parte e com outra intensidade, no cotidiano, quando o casal decide manter a intimidade, festejar, comemorar, ter prazer, viajar e se descobrir. Quando a paixão diminui, há uma escolha a fazer: amar o outro como ele é (e não de maneira idealizada) ou sair em busca de uma nova paixão.
Ana: Com o passar do tempo, a paixão vai diminuir e pode mesmo acabar. O que sobra é a sua "faísca" e a memória afetiva dos tempos em que ela alimentava a relação. Isso pode ser resgatado, em parte e com outra intensidade, no cotidiano, quando o casal decide manter a intimidade, festejar, comemorar, ter prazer, viajar e se descobrir. Quando a paixão diminui, há uma escolha a fazer: amar o outro como ele é (e não de maneira idealizada) ou sair em busca de uma nova paixão.
Fonte: www.terra.com.br

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